47 ANOS DE SEGUE-ME: UMA HISTÓRIA DE ORGULHO EM SER SEGUIDOR

Em 2019, quando vivenciei o Segue-me pela primeira vez, eu não tinha muita noção do que era aquilo nem do que viria a se tornar. E não podia ser diferente, a vivência do se Segue-me é algo tão particular se você perguntar a 10 seguidores o que os leva a participar do movimento, provavelmente obterá 10 motivos completamente diferentes.

            Uma característica que vejo com muito carinho está no próprio nome do movimento: “Segue-me”. É uma referência direta ao Evangelho de Mateus, ao convite que Jesus faz a Mateus e que não é por acaso, é um convite pessoal e imediato a Cristo. Assim também o que o Segue-me faz é convidar a jovens e casais e abraçarem cada vez mais a sua fé no cotidiano.

            Ao longo desses anos no movimento, vi minha vida mudar várias vezes. Coisas que eram importantes para mim naquela época hoje já não me importam tanto. Outras, que eu desprezava, tornaram-se fundamentais. Muita coisa mudou, mas meu desejo de ser seguidor permaneceu inabalável.

            Um dos maiores presentes que o Segue-me me trouxe foi perceber a importância de aproveitar certos momentos da vida, especialmente aqueles que nos tiram da rotina e nos levam ao essencial. Foi no movimento que entendi que um encontro de final de semana ou uma conversa franca com um amigo podem ser canais de graça para nos aproximar de Deus.

            Hoje, celebrando o 47º Dia Nacional do Orgulho de Ser Seguidor, eu não só agradeço o que ganhei, mas também tudo o que construí e continuo construindo diariamente. Participar do Segue-me me mostrou que ser seguidor não é um evento isolado, mas um chamado diário a viver com propósito, fé e esperança.

Wallyson F Lira
Paroquia Nossa Senhora das Dores.
Diocese de Crato-CE

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